 |
|
|
A Escritora e Poeta Aracy Duarte Ferreira lendo o seu poema no Sarau: Ação_ Reflexão Aracy Duarte Ferreira Debaixo de uma figueira Sob as cores do arco-íris Sentindo o perfume na floreira Num relax descubro. Mulher século vinte e um Ser limitado, ideológica Trilha caminhos suaves e tortuosos Respeita a linha cronológica. Tem altivez e paciência Desfila teorias utópicas Age com razão e prudência Não vê tudo cor-de-rosa. Com pretensão literária Faz poesias e prosas Sonha com naturalidade Sobre amores, dores e rosas. 
O http://agendaculturalpiracicabana.zip.net _ FOI ESCOLHIDO por Leandro Nascimento (da cidade de Cuiabá) _ leia o seu comentário: Seu Blog foi indicado para o "Vale a Pena Conferir" do Blog do Brasilerô... Confira
acessando: www.brasilero.zip.net. A segunda indicação do http://agendaculturalpiracicabana.zip.net foi postado assim: Olá! Seu blog foi selecionado como um dos legais do UOL. Parabéns! Veja no link abaixo
como colar o selo de Blogs Legais: [UOL Blog] [indiqueumblog@uol.com.br] [http://blog.uol.com.br] QUE MARAVILHA SER ESCOLHIDO, AFINAL O NOSSO TRABALHO DE DIVULGAR A ARTE E A LITERATURA ESTÁ VALENDO A PENA!
AGRADEÇO TODOS OS LEITORES, POETAS, ESCRITORES... QUE NOS AJUDAM NESTE TRABALHO DE DIVULGAÇÃO!
Fratern@l Abraço
Ana Marly de Oliveira Jacobino
Escrito por marlyjacobino às 14h50
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

Cândido Torquato Portinari (Brodósqui SP 1903 - Rio de Janeiro RJ 06/02/ 1962) inicia-se na pintura em meados da década de 1910, auxiliando na decoração da Igreja Matriz de Brodósqui. Em 1936 realiza seu primeiro mural, executado para o Monumento Rodoviário da Estrada Rio-São Paulo. Em seguida, é convidado pelo ministro Gustavo Capanema para pintar uma série de afrescos para o novo prédio do Ministério da Educação, projetado por Lucio Costa. Realiza outros painéis para diferentes instituições, no Brasil e no exterior. Em 1956, com a inauguração dos painéis Guerra e Paz na sede da ONU, em Nova York , recebe o prêmio Guggenheim. Realiza ilustrações para vários livros, como Memórias Póstumas de Brás Cubas e O Alienista, de Machado de Assis, entre outros. Em 1958 inicia um livro de poemas editado por José Olympio em 1964, com textos introdutórios de Antonio Callado e Manuel Bandeira. Em 1979, seu filho João Candido Portinari implanta o Projeto Portinari, que reúne um vasto acervo documental sobre a obra, a vida e a época do artista, no campus da PUC/Rio de Janeiro...
Escrito por marlyjacobino às 20h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

"A vida é crua. Faminta como um bico de corvos. E pode ser tão generosa e mítica: arroio,lágrima,olho-d’agua,bebida. A vida é líquida." Hilda Hilst Poeta, dramaturga e ficcionista, Hilda Hilst nasceu em Jaú (SP) no dia 21 de abril de 1930. Em 1952 formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Em 1966, mudou-se para a Casa do Sol, uma chácara próxima a Campinas (SP), onde residiu até sua morte em (4/2/2004), de falência múltipla dos órgãos, depois de uma queda em que fraturou o fêmur. Os jornais estamparam após a sua morte, a biografia e alguns poemas de Hilda; mostram toda a grandeza de seu texto desconcertante, de sua beleza enigmática quando jovem, de sua desistência de quase tudo em favor da literatura, de sua solidão, de sua dezena de cães, de sua bem-comportada loucura, etc.. Hilda Hilst dedicou todo o seu tempo à criação literária, escreveu quase meio século, tendo sido agraciada com os mais importantes prêmios literários do país. Seu arquivo pessoal foi comprado pelo Centro de Documentação Alexandre Eulálio, Instituto de Estudos de linguagem (IEL) da Unicamp em 1995, estando aberto a pesquisadores do mundo inteiro. Alguns de seus textos foram traduzidos para o francês, inglês, italiano e alemão. Em março de 1997, seus textos Com os meus olhos de cão e A obscena senhora D foram publicados pela Editora Gallimard, tradução de Maryvonne Lapouge, que também traduziu Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa.
Escrito por marlyjacobino às 11h10
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

PELAS RUAS DE PARIS Ivana Maria França de Negri Tão bom caminhar pelas ruas de Paris Ao som de La Vie em Rose fazendo pose pra fotografia Cidade das luzes mas também das guerras e das cruzes Da Monalisa e seu sorriso que hipnotiza Velhos castelos ainda tão belos Esplendorosos vitrais nas antigas catedrais Tudo é beleza sob os acordes da Marselhesa Tão bom estar em Paris passeando de Bateaux Mouche pelo rio Sena numa tarde ensolarada e amena sem medo de ser feliz. Sinestesia Parisiense Carmem Maria da Silva Fernandes Pilotto Miados apinhados em sustenidos e bemóis criam prelúdios ao longo do SENA Nas barrancas urbanas da Pont de l´Alma os felinos sobrepostos espreitam os viajantes sonhadores distantes que vieram degustar a bordo do La Galère as paisagens desejadas.
Escrito por marlyjacobino às 23h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |